
Casa & Vida Prática

Crescemos com cassetes, mapas de papel e tardes sem notificações — e, de repente, tivemos de aprender a viver online. Essa transição fez de muitos de nós, nascidos nos anos 90, uma “geração ponte” com uma vantagem discreta: a capacidade de manter a atenção e desenrascar soluções sem respostas imediatas. Mas será que isso ainda conta num mundo de ecrãs por todo o lado?



















